"BRASIL NÃO FOI DESCORBERTO!... JÁ ERA HÁBITADO PELOS INDÍGINAS QUE É A VERDADEIRA NAÇÃO DESSE PAÍS"

domingo, 17 de fevereiro de 2013

TRIBOS E RAÇAS: conheça ás misturas de raças e ás origem dela.

tribos indígina que tiveram maior contatos com os portugueses. 

colonial dando origem a três tribs tipos bastante característico:
"o mulato....cruzamento entre brancos e negros.
"o mameluco...cruzamento entre brancos e indíos.
"o cafuso...cruzamento entre negros e indios.
  

tais foram os pricipais elementos que contribuíram para a formação do povo brasileiro.
.entre tanto, mesmo no período colonial,outros brancos se fixiram no brasil,enbora em numéros consideradamente nenor. dentre eles, os  mais importantes foram os espanhois, os franceses e os holandeses.

dos três elementos que constituíram basícamente o povo brasileiro, os indíginas foram sem dúvidas os mais  possuidores da cultura mais atrazadas.
quando os portugueses chegaram ao brasil,nossos silvícolas ainda  se encontravam na fase da pedra lascada.
divididos em númeras  tribos, levavam uma vida primitiva e nômade;    praticavam uma agricultura rudimentar, cultivando o milho e a mandióca; fundamentalmente, porem viviam da caça e da pesca. 

domingo, 27 de janeiro de 2013

POVO INDÍGINA: os verdadeiros brasileiro de puro sangue.

Indíginas brasileiros....(puris)

esses são os verdadeiros brasileiros de puro sangue, povo Indíginas que aqui hábitava antes da invasão dos portugueses.




 os portugueses desistiam de esclavizar indios por dois motivos, primeiro...eles morriam e não se entregavam a esclavidão, segundo...como eram nátivos,conheciam bem a região mato e catingas, e escapavam fácilmente dos crúeis senhores dos esclavos.
essa tarefa de esclavos ficaram então para os nêgros, por vir da áfrica e não conhecer o território, ficavam como tigre em jaula de porta aberta no maio do mar.
por esse motivo os escravocratica,prefiriam manter os nêgros como seus esclavos.
  
                   essa é a história desse país,  e os seus invasores.

HERÓIS NACIONAIS: tiradentes.

TIRADENTES
JOAQUIM JOSÉ DA SILVA CHAVIER,PATRIOTA BRASILEIRO,NASCIDO NA FAZENDA DE POMBAL,ENTRE SÃO JOSÉ E SÃO DEL REI, EM 1748, FOI EXECUTADO NO RIO MDE JANEIRO EM 21 DE ABRIL DE 1792.
EXPERIMENTOU VÁRIAS PROFISÕES, ENTRE AS QUAIS A DE DENTISTA PRATICO, DONDE O SEU COGNOME "TIRADENTE" . ALMA  E CORPO DA "INCONFIDENCIA MINEIRA"   

 *"DEU A VIDA POR UM NOBRE IDEAL,ENFRENTANDO COM ADMIRÁVEL DESTEMOR A MORTE INFAMANTE"+






CAPITANIAS HEREDITÁRIAS: (1534)

O CHEFE INDÍGINA TIBIRIÇÁ COLABOROU BASTANTE COM OS PORTUGUESES, NA TAREFA DESTES INICIAREM A COLONIZAÇÃO NO BRASIL. SUA FILHA BARTIRA ERA CASADA COM O PORTUGUES JOÃO RAMALHO.






          (ÍNDIO TIBIRIÇÁ)





OS MAIS CÊLEBRES BANDEIRANTES PAULISTA.




BARTOLOMEU BUENO DA SILVA, "O VELHO"

NASCEU E FALECEU EM SÃO PAULO.(*1630-+1700) FOI O PREMEIRO DESCORBRIDOR DAS MINAS DE GOIÁS. COMO ELE HOVERSSE MORRIDO SEM REVELAR O RETEIRO QUE SEGUIRA, COUBE AO SEU FILHO, BARTOLOMEU BUENO DA SILVA, "O MOÇO" REDESCORBRIR AQUELAS MINAS.  ANHANGUERA... ("DIABO VELHO") FOI O APELIDO  DADO PELOS INDÍGINAS AO
(BARTOLOMEU )            (BARTOLOMEU)
        "PAI"                               "FILHO" 


sábado, 26 de janeiro de 2013

INVASOU: o mais cèlebre bandeirante paulista.


femão dias

* 1608  +1681
fenão dias pais, nasceu em são paulo, capitania de são vicente.seu pai e tios eram experimentados sertanista, tendo participação das bandeiras paulista desde seu inicio. assim o jovem fernão dias creceu ouvindo as narrativas dos parentes, contando suas aventuras no sertão.
como a grande maioria dos moradores de são paulo,fenão dias começou suas atividadesde bandeirantes aida bastante moço. quando contava 30 anos de idade,alistro-se na grande bandeira que raposo taveres dirigiu contra as missões dos jesuitas  espanhóes na região do tape! (certro do Rio grande do sul). mais tarde comandopu suas propias bandeiras, não havendo encontrado nenhum sinal de ouro no sertão,desidiu  aos 55 anos, fixar residência em santana do parnaiba, nas proximidade de são paulo    onde possuia grandes fazendas.


 

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

UM DOS INVÀSORES MAIS CRUEIS: participar nas expedições destinadas a aprisionar índios.


Ficheiro:Periplo A. Raposo Tavares.jpg
Nascido em São Miguel do Pinheiro, concelho de Mértola e distrito de Beja, Portugal, de mãe com ambas origens cristã nova e cristã velha, e de pai cristão velho. No aspecto religioso e da educação é presumível que com o cristianismo católico terá possívelmente recebido também uma influência judaica por via de sua madrasta cristã nova e segunda mulher de seu pai, Maria da Costa[2]. Chegou ao Brasil em 1618 com o pai, Fernão Vieira Tavares, antigo partidário de António Prior do Crato, tesoureiro da Bula da Cruzada e moço da câmara do Rei, designado capitão-mor governador da capitania de São Vicente em 1622. Era assim preposto do conde de Monsanto, donatário da capitania de São Vicente. A mãe era Francisca Pinheiro da Costa Bravo. António Raposo, aliás, nunca perderia contacto com os interesses da Coroa.
Morto o pai (1622), transferiu-se para o planalto de Piratininga, fixando-se na vila de São Paulo, onde logo se entusiasmou em participar nas expedições destinadas a aprisionar índios.
De São Paulo partiu sua primeira bandeira, da qual era chefe nominal Manuel Preto, com um efectivo de cem paulistas e 2 mil índios auxiliares, seis anos mais tarde (1628). Esta expedição, dividida em quatro companhias, rumou para o Guaíra (no actual Estado do Paraná) e diz-se que ela iniciou o processo de expulsão dos jesuítas espanhóis, ampliando as fronteiras do Brasil e assegurando a posse dos territórios dos atuais estados do Paraná, de Santa Catarina e de Mato Grosso do Sul. À frente de novecentos brancos e mamelucos e dois mil indios, uma verdadeira cidade em marcha.
A vanguarda de sua bandeira, pequena coluna comandada por Antônio Pedroso de Barros, livre de quase todo equipamento, seguia mais depressa. A retaguarda era chefiada por Salvador Pires de Mendonça. Pedro Vaz de Barros, Brás Leme e André Fernandes comandavam companhias. Formando sistema com a bandeira, outra tropa comandada por Mateus Luís Grou varou os sertões de Ibiaguira nas cabeceiras do rio Ribeira. Comandados, seguiam na bandeira, entre outros, Frederico de Melo, João Pedroso de Barros, Antônio Bicudo, Simão Álvares. Ia com eles ia o cacique Tataurana, capturado no local.

Encargos outros

Em janeiro de 1633 foi eleito juiz ordinário, e logo a seguir, desistiu do cargo pois foi provido pelo conde de Monsanto no ofício de Ouvidor da Capitania de São Vicente.
Em julho de 1633, foi assaltado o colégio e a igreja dos jesuítas em Barueri, povoação perto de São Paulo, expulsos os padres e pregadas as portas. Os assaltantes (Antônio Raposo Tavares, Pedro Leme, Paulo do Amaral, Manuel Pires, Lucas Fernandes Pinto, Sebastião de Ramos) eram todos homens poderosos contra os quais os padres lançaram processo de excomunhão julgado, por ausência do Reitor Padre João de Mendonça em Cananéia, pelo Padre espanhol Juan del Campo y Medina. Mas os autores do atentado zombaram da sentença trazida pelo Padre escrivão do processo Antônio de Medina, rompendo-a de suas mãos. A violência contra os Padres, os paulistas justificavam porque a lei de setembro de 1611 determinava que nas aldeias de índios assistissem apenas clérigos, debaixo da imediata jurisdição real ou civil. Achando-se a 25 de julho a aldeia de Barueri em poder dos jesuitas, exclusivamente, o Procurador do Conselho requereu que a Câmara fosse dela tomar conta, em nome do Rei, defendendo assim o que considerava uma usurpação do clero. A Câmara deferiu o requerimento e pouco depois convocou reunião dos maiorais da vila, realizada a 21 de agosto. Nesta reunião houve solidariedade de todos: a posse da aldeia tinha mesmo que ser à força. Os jesuítas se queixaram ao governador geral Diogo Luís de Oliveira. O caso se arrastaria pelo menos até 1635, pois em dezembro de 1633 houve provisão ao Governador geral alegando que a posse fora embuste para encobrir o verdadeiro motivo dos Paulistas, que era a escravização dos índios, ordenando a devolução da aldeia e da igreja aos padres, cassando o mandato de Ouvidor a Raposo Tavares. Como devia servir ainda mais dois anos, Raposo Tavares opôs um embargo. Que o Ouvidor do Rio de Janeiro, Francisco da Costa Barros, recebeu em julho de 1635, para o efeito de o manter no cargo de ouvidor… expulsou os jesuitas...

A bandeira de 1638 ao Tape

Em 1638 partiu em nova expedição, para expulsar os jesuítas espanhóis estabelecidos nas reduções da região do Tapes, hoje Rio Grande do Sul. Deixou São Paulo em janeiro, com 120 paulistas e mil índios, e voltou em novembro. José Ortiz de Camargo seguia no troço do capitão Diogo Coutinho de Melo, fazendo a chamada «campanha dos araxás».
Em novembro a bandeira chegou ao sertão dos tapes - província que compreendia a Oeste o alto rio Ibicuí, ao Norte a serra Geral, a leste o vale do rio Cai e ao Sul a vizinhança da serra dos tapes - o centro do atual Rio Grande do Sul. A 2 de dezembro atingiu e atacou a redução de Jesus Maria, na margem esquerda do rio Jacuí, e depois de seis horas de luta arrasou a redução, fazendo prisioneiros. Depois, atacou a redução de San Cristóbal, em Rio Pardo, e no rio Jacuí; logo depois tomou a redução de Santana. De acordo com a tática usada, a bandeira ia dividida em companhias, dispersas em vários pontos, guardando porém unidade de ação. Uma dessas companhias, a de Diogo de Melo Coutinho, ficou agindo no chamado «sertão dos carijós».
Esta bandeira voltou a São Paulo a 20 de janeiro de 1637, mas permaneceu no Tape Antônio Raposo Tavares.

A luta contra os holandeses

De 1639 a 1642 integrou as forças paulistas, organizadas por D. Francisco Rendon de Quebedo a pedido de Salvador Correia de Sá e Benevides, que lutaram contra as invasões holandesas, combatendo na capitania da Bahia e na de Pernambuco.
A 7 de agosto de 1639 D. Fernando de Mascarenhas, 1º conde da Torre, lhe deu patente de capitão, pois juntara em São Paulo à sua custa 150 soldados que conduziu à Bahia. Foi-lhe mandado agregar-se ao terço do mestre de campo Fernando da Silveira. Diz «Ensaios Paulistas», editora Anhembi, 1958, página 634: «Entre as façanhas bélicas dos paulistas (…) convém recordar os socorros por eles prestados contra os holandeses, quando da infeliz expedição naval do conde da Torre, em cuja esquadra embarcou um Terço formado em São Paulo, apesar de uma tentativa de revolta de feitio sebastianista contra esta recruta. Tal tropa comandada por Antônio Raposo Tavares destacou-se na terrível jornada chamada da Retirada do Cabo São Roque. Mais tarde novo socorro partiria de S. Paulo em defesa da Bahia, sob o comando de Antônio Pereira de Azevedo e pelas águas do São Francisco abaixo.»

A última expedição de 1648 a 1651

Raposo Tavares estivera em Portugal em 1647, sendo "encarregado de uma missão em grande parte secreta". A sua última expedição foi chamada a Bandeira de Limites ou a grande bandeira aos "serranos", os limites do Peru:
"Embrenhou-se com algumas dezenas de homens no território mato-grossense, atingindo, pelo Madeira, o Amazonas, remontado até às terras de Quito e depois descido até Belém do Pará." (Ensaios Paulistanos, p. 634.)
Considerada a primeira viagem em torno do território brasileiro, partiu em maio de 1648 do porto de Pirapitingui, em São Paulo, descendo o rio Tietê rumo aos sertões do baixo Mato Grosso. Contava com brancos, mamelucos e mais de mil índios. Um de seus principais auxiliares foi Antônio Pereira de Azevedo, baiano.
Oficialmente destinava-se à busca de minas, sobretudo as de prata. Afirma Jaime Cortesão em seu livro "Raposo Tavares e a formação territorial do Brasil" que a parte oficial era descobrir metais preciosos mas a outra parte, secreta, seria conhecer melhor o Brasil para identificar os interesses de Portugal na região.
Em novembro de 1648 Antônio Raposo ordenou decisivo ataque a destruição das reduções do Itatim, combatendo 200 paulistas e mil índios mansos, e seu auxiliar ainda foi o velho, sexagenário, Capitão André Fernandes (que morreria no início da ação, em 1649, em local tão oposto ao sertão do Sabaraboçu onde sempre desejara e prometera ir). Ficaram destruídas as reduções jesuítas da serra de Maracaju e Terecañi, e depois Bolaños, Xerez e outras. O ataque produziu êxodo, mas partiu de Assunção um exército tão grande que os paulistas resolveram abandonar a província. A bandeira se dividiu em duas companhias. Na companhia comandada por Raposo, era alferes Manuel de Souza da Silva. A outra era chefiada pelo baiano Antônio Pereira de Azevedo.
Iniciaram assim em 1648 a famosa volta que duraria até 1651, subindo o rio Paraguai, descendo o rio Mamoré e o rio Amazonas. Teria subido pelo rio Itatim e pelo rio Paraguai até a nascente, internando-se de tal modo que se encontrou com os castelhanos no Peru, depois desceu em jangadas o rio Guaporé, o rio Mamoré e o rio Madeira, entrando no Amazonas. deteve-se na fortaleza de Gurupá, no Pará. André Fernandes pereceu no sertão com toda sua tropa, da qual apenas dois índios retornariam a São Paulo.
A expedição percorreu mais de 10.000 quilômetros em três anos, tendo usado o curso do rio Paraguai, do rio Grande, do rio Mamoré, do rio Madeira e do rio Amazonas. Ao chegar à foz do Amazonas, em Gurupá, no Pará, a tropa estava reduzida a 59 brancos e alguns índios. Da cidade de Belém do Pará, os sobreviventes à épica travessia da floresta Amazônica, retornaram a São Paulo, onde o bandeirante viria a falecer. Poucos registros históricos ainda mencionam Raposo Tavares depois de sua última expedição. A maioria dos historiadores supõe que ele morreu entre 1658 e 1659.


      OS INDÍGINAS, OS CHAMAVAM  DE... "DIÁBO VELHO"